Salvador na National Geographic

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Salvador da Bahia foi incluída na seleta lista dos melhores destinos para conhecer em 2019 da National Geographic! Entre vários lugares incríveis estão a Polinésia Francesa; Vevey, na Suíça; Deserto de Bisti / De-Na-Zin, no Novo México e Fanjingshan, na China. A matéria enaltece a cidade de Salvador como sendo “o coração e a alma musical do Brasil” e fala sobre os gêneros musicais que nasceram aqui.

A cultura baiana é forte em todos os aspectos e se destaca na culinária, na arquitetura e nas expressões artísticas. Elegemos aqui alguns dos 5 motivos que levaram a capital baiana a entrar neste seleto grupo.

1. Sol e Mar

Baía de maravilhas

Praia de Viração na Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, Ilha dos Frades. Foto: Fábio Marconi

Os passeios de barco pela Baía de Todos os Santos já são um clássico para quem sabe o que é bom nesta vida! Dos mais baratos, aos passeios em grupo até os VIPs em embarcações luxuosas, todos são unânimes: o litoral e as ilhas são algo deslumbrante. O que já era um passeio lindo na Baía de Todos os Santos agora se tornou imperdível! A praia da Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, na Ilha dos Frades, foi aprovada por um júri internacional para receber a Bandeira Azul. O programa, criado na França em 1980 e considerado o mais importante da categoria em todo o mundo, é atribuído a praias e marinas que cumprem um conjunto de 34 requisitos de qualidade socioambiental. Na Ilha dos frades, localidades conhecidas como Loreto, Paramana, Costa de Fora e Ponta de Nossa Senhora vêm passando por transformações que podem estimular outras iniciativas de fortalecimento da vocação turística do local.

2. Gastronomia

Acarajé

Acarajé da Dinha no Rio Vermelho. Salvador, Bahia Foto: Amanda Oliveira.

Bolinho de feijão fradinho preparado de maneira artesanal, na qual o feijão é moído, temperado e posteriormente frito no azeite de dendê fervente. Então vem a arte e a energia da baiana, carregada com uma dose de alegria e ancestralidade e ele se torna o tão querido e famoso acarajé. Como recheio, podem ter a pimenta, o vatapá, o caruru, o camarão seco e salada. Além de alimento e sustento para várias famílias, tem um importante caráter simbólico. É originário do Golfo do Benim, na África Ocidental (lá chamado acará), tendo sido trazido para o Brasil com a vinda de pessoas escravizadas dessa região. Por onde você passar, lá elas vão estar. É comum a Baiana de Acarajé ser a primeira pessoa com quem um visitante tem contato ao chegar. São elas que apresentam a cidade, os costumes e os sabores de Salvador. As Baianas de Acarajé são memória histórica e afetiva da Bahia.

3. História e Cultura

Manifestação artística das tradições da Bahia

Espetáculo Balé Folclórico da Bahia Pelourinho Salvador Bahia. Foto: Amanda Oliveira.

As apresentações do Balé Folclórico da Bahia são espetáculos passionais e energéticos. Uma linguagem cênica que capta, em seu mais puro estado, as manifestações folclóricas da Bahia, suas histórias, hábitos, cores e influências – e já rendeu à companhia prêmios e turnês pelo Brasil e mundo afora. A maior e mais importante companhia profissional de dança folclórica do Brasil foi criada por Walson Botelho, mais conhecido por Vavá e Ninho Reis. Hoje, envolve uma equipe de mais de 40 pessoas, entre bailarinos, músicos, técnicos, produtores, administradores. Eles dedicam-se, em tempo integral, ao aprofundamento de técnicas de dança, teatro e música, sob direção artística de José Carlos Santos, o Zebrinha. O Balé Folclórico nos presenteia com suas apresentações todos os dias, exceto aos domingos, no Teatro Miguel Santana, no Pelourinho. Imperdível.

4. Cidade da Música

Casa do Carnaval

Casa do Carnaval – coleções. Foto: Fábio Marconi

Quem visitar o Centro Histórico de Salvador tem que conhecer a “Casa do Carnaval”, museu criado para contar a história da folia baiana. O primeiro museu do Carnaval tem quatro pavimentos: o térreo, o primeiro andar, o subsolo e o terraço com uma vista inspiradora da Baía de Todos os Santos. Com capricho e o uso da tecnologia e da interatividade, a Casa do Carnaval conta a história da folia em uma viagem visual e sensorial, com diversos recortes temáticos da festa que está no âmago da cultura popular, das transformações sociais e da formação da identidade baiana. Funciona no Centro Histórico, ao lado da Catedral Basílica de São Salvador, entre o Terreiro de Jesus e a Praça da Sé.

5. Devoção e sincretismo religioso

Festas Populares 

Lavagem do Bonfim. Foto: Fábio Marconi.

A Igreja do Senhor do Bonfim é um dos pontos pelos quais o baiano mais tem carinho e para onde os moradores da cidade voltam com frequência. É uma das mais tradicionais igrejas católicas da cidade, dedicada ao Senhor do Bonfim, padroeiro dos baianos e símbolo do sincretismo religioso da Bahia. A festa religiosa e “profana” mais importante da Bahia, a “Lavagem do Bonfim” acontece, todos os anos, na segunda quinta-feira do mês de janeiro. A festa começa com um lindo cortejo de baianas (do candomblé) que caminham desde a Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia até o Alto do Bonfim. Ao som de toques e cânticos africanos, despejam água perfumada nos degraus e no adro, enquanto as portas da Igreja permanecem fechadas. Não tem como não se contagiar por essa atmosfera devocional.

São por esses e outros motivos que viajantes brasileiros e estrangeiros, de tanto que se apaixonaram por Salvador, decidiram ficar por aqui. A série “Entre Tantas Salvador” chega para contar histórias, de quem criou raízes e se misturou de vez.



Experiências em Salvador

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