{"id":92,"date":"2022-08-16T11:16:23","date_gmt":"2022-08-16T14:16:23","guid":{"rendered":"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/baianas-de-acaraje-a-arte-e-a-energia-da-bahia\/"},"modified":"2022-09-26T21:26:58","modified_gmt":"2022-09-27T00:26:58","slug":"baianas-de-acaraje-a-arte-e-a-energia-da-bahia","status":"publish","type":"experiencias","link":"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/baianas-de-acaraje-a-arte-e-a-energia-da-bahia\/","title":{"rendered":"Baianas de Acaraj\u00e9: a arte e a energia da Bahia"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Uma homenagem a um dos s\u00edmbolos da nossa cultura<\/h2>\n<div id=\"attachment_13616\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13616\" class=\"wp-image-13616 size-large\" src=\"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Baianas-do-Senac-Pelourinho-Salvador-Bahia-Foto-Amanda-Oliveira-13-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><p id=\"caption-attachment-13616\" class=\"wp-caption-text\">Baianas do Senac Pelourinho, Salvador, Bahia Foto: Amanda Oliveira.<\/p><\/div>\n<p>O Dia Nacional da Baiana de Acaraj\u00e9 \u00e9 comemorado anualmente em 25 de novembro. Uma homenagem \u00e0 import\u00e2ncia hist\u00f3rica e cultural da figura da baiana do acaraj\u00e9, nome dado \u00e0s mulheres que se dedicam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e venda dessa iguaria t\u00edpica da Bahia.<\/p>\n<p>Em 2005, o of\u00edcio de baiana de acaraj\u00e9 foi registrado como <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/ba\/pagina\/detalhes\/481\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial do Brasil.<\/a> Esse t\u00edtulo n\u00e3o s\u00f3 reconhece a import\u00e2ncia dessa figura popular para a cultura baiana, como tamb\u00e9m preserva a pr\u00e1tica tradicional de produ\u00e7\u00e3o e venda das comidas baianas em tabuleiro nas ruas das cidades.<\/p>\n<p>As Baianas de Acaraj\u00e9 s\u00e3o mem\u00f3ria hist\u00f3rica e afetiva da Bahia. S\u00e3o elas que apresentam a cidade, os costumes e os sabores de Salvador. O\u00a0Visit Salvador da Bahia preparou uma verdadeira imers\u00e3o pela hist\u00f3ria, costumes, indument\u00e1ria, religi\u00e3o e s\u00edmbolos atrelados \u00e0s baianas.<\/p>\n<h3>Baiana de Acaraj\u00e9: Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial do Brasil<\/h3>\n<p>A data simboliza o reconhecimento da import\u00e2ncia do legado dos ancestrais africanos no processo hist\u00f3rico de forma\u00e7\u00e3o de nossa sociedade e do seu valor patrimonial de complexo universal cultural.<\/p>\n<p>Por onde voc\u00ea passar, l\u00e1 elas v\u00e3o estar. \u00c9 comum a baiana de acaraj\u00e9 ser a primeira pessoa com quem um visitante tem contato ao chegar na Bahia. \u00c9 uma pr\u00e1tica tradicional de produ\u00e7\u00e3o e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dend\u00ea e ligadas ao culto dos orix\u00e1s, amplamente disseminadas em Salvador. O bolinho de Acaraj\u00e9, preparado artesanalmente, tem origem no Golfo de Benim, na \u00c1frica Ocidental e chegou ao Brasil com o saber dos negros escravizados.<\/p>\n<p>O famoso acaraj\u00e9 carrega doses de alegria e ancestralidade. Al\u00e9m de alimento e sustento para v\u00e1rias fam\u00edlias, tem um importante car\u00e1ter simb\u00f3lico.<\/p>\n<h3>Os tabuleiros tomando as ruas<\/h3>\n<div id=\"attachment_13623\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13623\" class=\"wp-image-13623 size-large\" src=\"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Acaraje-da-Dinha-Rio-Vermelho-Salvador-Bahia-Foto-Amanda-Oliveira-8-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><p id=\"caption-attachment-13623\" class=\"wp-caption-text\">Acaraj\u00e9 da Dinha no Rio Vermelho. Salvador, Bahia Foto: Amanda Oliveira.<\/p><\/div>\n<p>A Presidente do Conselho Executivo da Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Baianas de Acaraj\u00e9, Mingau, Receptivo e Similares (ABAM), Rita dos Santos, explica:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>\u201cTudo come\u00e7ou no simb\u00f3lico. As mulheres escravizadas vendiam acaraj\u00e9 para comprar alforrias. Na segunda etapa, foram as baianas indo para a rua para mercar o acaraj\u00e9 para fazer suas obriga\u00e7\u00f5es nos terreiros, normalmente as filhas de Oi\u00e1 (n\u00e3o poderia ser qualquer pessoa). Com o passar do tempo, se viu que, com aquele bolinho, ela poderia sustentar a fam\u00edlia, foi quando o acaraj\u00e9 foi para a rua ser comercial. Ele \u00e9 comercial, mas na minha cabe\u00e7a ele ainda \u00e9 simb\u00f3lico por continuar sendo do terreiro, continua sendo sagrado. O acaraj\u00e9 \u00e9 uma oferenda para Ians\u00e3 e o abar\u00e1 \u00e9 uma oferenda de Xang\u00f4\u201d.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Rita conta que, no in\u00edcio, todas as pessoas que produziam e comercializavam o acaraj\u00e9 eram iniciadas no candombl\u00e9, numa pr\u00e1tica restrita a mulheres, em geral filhas de santo dedicadas ao culto de Xang\u00f4 e Oi\u00e1 (Ians\u00e3). Para cumprir suas \u201cobriga\u00e7\u00f5es\u201d com os orix\u00e1s, durante o per\u00edodo colonial, as negras libertas, ou negras de ganho, preparavam os quitutes e sa\u00edam \u00e0s ruas de noite para vend\u00ea-los, dando origem a esse costume. At\u00e9 hoje, a grande maioria das baianas vai para a rua s\u00f3 a partir das 17h.<\/p>\n<p>Segundo a gri\u00f4 Nancy Sousa, mais conhecida como Dona Cici, essa \u00e9poca de transi\u00e7\u00e3o do ser humano escravizado para o ser livre tem muita rela\u00e7\u00e3o com a hist\u00f3ria das baianas de acaraj\u00e9, j\u00e1 que era a forma de ganhar dinheiro. Inclusive, ela conta que algumas amarra\u00e7\u00f5es de tor\u00e7os e turbantes das baianas significavam a na\u00e7\u00e3o da qual elas faziam parte.<\/p>\n<h3>A Indument\u00e1ria<\/h3>\n<div id=\"attachment_13629\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13629\" class=\"wp-image-13629 size-large\" src=\"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Acaraje-da-Dinha-Rio-Vermelho-Salvador-Bahia-Foto-Amanda-Oliveira-19-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><p id=\"caption-attachment-13629\" class=\"wp-caption-text\">Acaraj\u00e9 da Dinha Rio Vermelho Salvador Bahia Foto Amanda Oliveira.<\/p><\/div>\n<p>A indument\u00e1ria das baianas constitui tamb\u00e9m um forte elemento de identifica\u00e7\u00e3o desse of\u00edcio que, para muitas delas, simboliza a inicia\u00e7\u00e3o religiosa das baianas.<\/p>\n<p>No dia a dia, a maioria das baianas vende seus quitutes com roupas brancas mais simples. J\u00e1 as chamadas \u201croupas de Gala\u201d s\u00e3o mais utilizadas em dias de festas populares, cortejos e em receptivo. Ganham ainda pano da costa, e hoje adicionaram at\u00e9 panos com brilho, al\u00e9m das tradicionais figas, colares maiores, pulseiras e an\u00e9is.<\/p>\n<p>A roupa da baiana tamb\u00e9m re\u00fane elementos visuais do barroco da Europa por meio dos seus muitos bordados e rendas. \u00c9 uma indument\u00e1ria multicultural, do azeite de dend\u00ea, que envolve diversos elementos como o pano engomado, o tradicional richelieu, o perfume de alfazema, a figa e os brincos de b\u00fazio, somados ao jeito alegre de ser da baiana.<\/p>\n<h3>No tabuleiro da baiana tem&#8230;<\/h3>\n<p>No tabuleiro da baiana tem que ter: acaraj\u00e9, abar\u00e1, vatap\u00e1, caruru, camar\u00e3o, salada e pimenta, al\u00e9m de cocada, bolinho de estudante e passarinha. S\u00f3 que, mesmo assim, tudo isso fica a crit\u00e9rio de cada baiana. Rita Santos explica que, cronologicamente, no come\u00e7o, era vendido apenas o &#8220;bolinho&#8221; com a pimenta. Depois, foram adicionados o vatap\u00e1 e camar\u00e3o. J\u00e1 o caruru e a salada tornaram-se um costume h\u00e1 cerca de 30 anos. Por isso, algumas baianas n\u00e3o vendem estes dois \u00faltimos complementos, por n\u00e3o acharem que fa\u00e7a sentido.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>&#8220;Eu gostaria de resgatar outras coisas que tinha nos tabuleiros como p\u00e9 de moleque, o peixe, o aca\u00e7\u00e1, tinha farinha da vov\u00f3, tinha muitas outras coisas no tabuleiro da baiana antigamente<\/em>&#8220;, desabafa Rita Santos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h3>Um of\u00edcio de m\u00e3e para filha<\/h3>\n<p>A atividade de produ\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio da iguaria \u00e9 predominantemente feminina, e encontra-se tanto nos espa\u00e7os p\u00fablicos, principalmente pra\u00e7as, ruas, feiras da cidade e orla mar\u00edtima, como tamb\u00e9m nas festas de largo e outras celebra\u00e7\u00f5es que marcam a cultura da cidade.<\/p>\n<p>O ponto da baiana \u00e9 licenciado na Prefeitura, ent\u00e3o n\u00e3o se pode vender para uma outra pessoa, sendo passado de m\u00e3e para filha. Mas, mesmo antes de toda a legaliza\u00e7\u00e3o do of\u00edcio, j\u00e1 era tradi\u00e7\u00e3o o tabuleiro passar para algum familiar. Duas baianas superconhecidas s\u00e3o exemplos: Dinha e Cira, no Rio vermelho e T\u00e2nia B\u00e1rbara Neri, no Farol da Barra.<\/p>\n<p>Mas, como toda regra tem suas exce\u00e7\u00f5es, muitas baianas n\u00e3o tiveram filha mulher, mas sim homem, e os filhos seguiram os passos da m\u00e3e, j\u00e1 que essa \u00e9 uma profiss\u00e3o familiar.<\/p>\n<p>Hoje em dia, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma regra que sejam pessoas do candombl\u00e9. A baiana pode at\u00e9 ser de outra religi\u00e3o, desde que ela respeite a tradi\u00e7\u00e3o e que ela siga o decreto do IPHAN, onde a baiana deve estar na rua de bata, saia e tor\u00e7o e o tabuleiro tem que estar organizado. Tamb\u00e9m s\u00e3o liberados pela vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria os fios de contas e os brincos.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":96,"template":"","territorios":[98],"pilares":[60],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Baianas de Acaraj\u00e9: a arte e a energia da Bahia - Salvador Capital Afro<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/baianas-de-acaraje-a-arte-e-a-energia-da-bahia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Baianas de Acaraj\u00e9: a arte e a energia da Bahia - Salvador Capital Afro\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Uma homenagem a um dos s\u00edmbolos da nossa cultura O Dia Nacional da Baiana de Acaraj\u00e9 \u00e9 comemorado anualmente em 25 de novembro. 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