{"id":906,"date":"2023-02-01T12:15:48","date_gmt":"2023-02-01T15:15:48","guid":{"rendered":"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/?post_type=experiencias&#038;p=906"},"modified":"2023-02-01T12:30:24","modified_gmt":"2023-02-01T15:30:24","slug":"de-origem-exclusivamente-negra-a-festa-de-iemanja-completa-100-anos","status":"publish","type":"experiencias","link":"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/de-origem-exclusivamente-negra-a-festa-de-iemanja-completa-100-anos\/","title":{"rendered":"De origem exclusivamente negra, a Festa de Iemanj\u00e1 completa 100 anos"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Divindade afro-brasileira \u00e9 a \u00fanica a ter festejos sem associa\u00e7\u00e3o com o catolicismo<\/h2>\n<p>Tendo o mar e seu entorno como templo, soteropolitanos, turistas e pescadores da Col\u00f4nia de Pesca Z1, no bairro do Rio Vermelho, repetem pela cent\u00e9sima vez o rito da \u00fanica celebra\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio de festas populares da capital baiana exclusiva para uma divindade afro-brasileira, sem a associa\u00e7\u00e3o com uma santa ou santo do catolicismo. \u00c9 o 2 de Fevereiro, dia de saudar Iemanj\u00e1 (\u201cM\u00e3e cujos filhos s\u00e3o peixes\u201d), a Rainha do Mar.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 1923, em um momento de desespero, quando um grupo de pescadores resolveu presentear a M\u00e3e d\u2019\u00c1gua pedindo fartura na pescaria e um mar tranquilo. O rito ganhou proje\u00e7\u00e3o a ponto de ofuscar a festa da padroeira do bairro, Nossa Senhora Sant\u2019Anna, que teve a sua festa transferida, na d\u00e9cada de 1970, para o dia lit\u00fargico, 26 de julho, e Iemanj\u00e1 consolidou o seu protagonismo. O registro da Festa de Iemanj\u00e1 como Patrim\u00f4nio Cultural de Salvador no \u201cLivro do Registro Especial dos Eventos e Celebra\u00e7\u00f5es\u201d ocorreu em 2020, por meio do Decreto n\u00ba 32.122, de 1\u00ba de fevereiro.<\/p>\n<div id=\"attachment_907\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-907\" class=\"wp-image-907 size-large\" src=\"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-907\" class=\"wp-caption-text\">Rio Vermelho. Salvador Capital Afro. Foto Jefferson Dias.<\/p><\/div>\n<p>\u201cSegundo os cronistas, ela come\u00e7ou por uma substitui\u00e7\u00e3o: como o padre da Igreja de Santana recusou-se a atender ao pedido dos pescadores do bairro de celebrar uma missa solene, eles se dirigiram a uma m\u00e3e de santo, que sugeriu a oferenda a Iemanj\u00e1\u201d, conta o antrop\u00f3logo Ordep Serra, no livro Rumores de Festa, o sagrado e o profano nas \u201cfestas de largo\u201d da Bahia. Protetora dos pescadores, jangadeiros e homens que ganham sustento no mar, a divindade tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como Jana\u00edna, Rainha do Mar e Od\u00f2 \u00ccy\u00e1 (M\u00e3e do Rio). Al\u00e9m de m\u00e3e, a divindade \u00e9 considerada a protetora da cabe\u00e7a.<\/p>\n<h3>O rito do presente de Iemanj\u00e1<\/h3>\n<p>O auge \u00e9 a entrega do presente principal que os pescadores levam ao mar acompanhados pelo afox\u00e9 Filhos de Gandhy, no final da tarde, na embarca\u00e7\u00e3o Rio Vermelho, mas o dia \u00e9 repleto de atos que integram o conjunto de homenagens, que come\u00e7am com cerca de duas semanas de anteced\u00eancia, com a movimenta\u00e7\u00e3o de pessoas que passam pela Casa de Iemanj\u00e1 (Casa do Peso) para deixar oferendas.<\/p>\n<p>\u201cO rito do presente de Iemanj\u00e1, desde o seu princ\u00edpio e durante muitos anos, girava em torno de um \u00fanico n\u00facleo principal: os pescadores da Col\u00f4nia Z1. Eram eles que celebravam, organizavam e se responsabilizavam pelo preparo e entrega do balaio. A partir dessa necessidade, tendo como principal instrumento a f\u00e9, foi tecido ano ap\u00f3s ano esse fio que conduz hoje milhares de pessoas a reverenciar Iemanj\u00e1 a cada 2 de fevereiro\u201d, explica a jornalista Talula Mel, mestranda do P\u00f3s-Cultura (Ufba), que faz pesquisa interdisciplinar sobre a festa.<\/p>\n<p>No dia da festa, uma alvorada, por volta das 5h, marca a chegada do presente principal (uma escultura geralmente elaborada por um artista pl\u00e1stico), que os pescadores da col\u00f4nia, que o mant\u00eam sob sigilo at\u00e9 este momento, colocam no caramanch\u00e3o (esp\u00e9cie de barrac\u00e3o) entre a Casa de Iemanj\u00e1 e a Igreja de Sant\u2019Ana.<\/p>\n<p>Ao redor do presente s\u00e3o colocados balaios de palha lotados de presentes deixados por devotos, que formam extensa fila contornando a orla do bairro. H\u00e1 quem opte por deixar a oferenda na beira da praia com os p\u00e9s na areia, ou quem prefira subir nas pedras, ou pagar pelo servi\u00e7o de pescadores para levar a oferenda a um trecho mais distante. Mas tamb\u00e9m h\u00e1 quem s\u00f3 confie em deixar a oferenda junto ao presente principal, como uma esp\u00e9cie de garantia da entrega do pedido de prote\u00e7\u00e3o, prosperidade e fartura no endere\u00e7o certo. Sabonetes, talcos, bonecas, espelhos, perfumes, flores, an\u00e9is, colares, fitas, brincos, pentes, barcos e maquiagem lideram a lista de agrados, embora tenha crescido a preocupa\u00e7\u00e3o com o aspecto ambiental, dando-se prioridade a itens que n\u00e3o causam danos ao meio ambiente.<\/p>\n<div id=\"attachment_908\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-908\" class=\"wp-image-908 size-large\" src=\"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Rio-Vermelho.-Salvador-Capital-Afro.-Foto-Jefferson-Dias-2-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-908\" class=\"wp-caption-text\">Rio Vermelho. Salvador Capital Afro. Foto Jefferson Dias.<\/p><\/div>\n<p>A partir da\u00ed tem in\u00edcio a prepara\u00e7\u00e3o religiosa realizada por integrantes do terreiro de candombl\u00e9 escolhido para este fim, que, no ano do centen\u00e1rio, ser\u00e1 a Casa de Oxumar\u00ea, terreiro localizado no final de linha do bairro da Federa\u00e7\u00e3o, cujo l\u00edder espiritual \u00e9 o babalorix\u00e1 Sivanilton da Encarna\u00e7\u00e3o da Mata, Bab\u00e1 Pec\u00ea. Todo o presente \u00e9 constru\u00eddo sobre uma caixa de madeira oca, onde s\u00e3o acondicionadas as comidas votivas de Iemanj\u00e1 e os demais elementos, com natureza reservada aos segredos do candombl\u00e9, antes da entrega em alto-mar.<\/p>\n<p>Dessa forma, durante o xir\u00ea, que se estende at\u00e9 o hor\u00e1rio da entrega pelos pescadores, integrantes do terreiro respons\u00e1vel do ano v\u00e3o arrumando os balaios e regando os presentes com alfazema, refor\u00e7ando o cheiro caracter\u00edstico do bairro no dia 2. Al\u00e9m dele, terreiros de umbanda e candombl\u00e9 realizam cultos ao longo da extens\u00e3o de areia, como a manifesta\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m, de caboclos, como os marujos. O orix\u00e1 (nome das divindades no candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o ketu) Iemanj\u00e1, na na\u00e7\u00e3o (designa\u00e7\u00e3o para identificar a origem da tradi\u00e7\u00e3o do culto) ketu, \u00e9 cultuado na tradi\u00e7\u00e3o angola como o inquice (nome das divindades no candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o angola) Kayala e Kokueto; e na na\u00e7\u00e3o jeje, o vodum (nome das divindades no candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o jeje) denomina-se Aziri Kaia.<\/p>\n<p>Em mais uma especificidade dessa manifesta\u00e7\u00e3o, antes da entrega do presente de Iemanj\u00e1, a cinco quil\u00f4metros do Rio Vermelho, o in\u00edcio da madrugada \u00e9 dedicado para a dona das \u00e1guas doces. O mesmo terreiro que faz o presente da Rainha do Mar faz antes o pedido de prote\u00e7\u00e3o para Oxum, com a entrega de um balaio com flores amarelas, perfumes e outros presentes. O templo tamb\u00e9m \u00e9 aberto no Dique do Toror\u00f3.<\/p>\n<h3>Al\u00e9m da religiosidade<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s a \u2018obriga\u00e7\u00e3o\u2019 com a dona da festa, o destino da maioria \u00e9 certo. Quem n\u00e3o aproveita o embalo e segue grupos de samba, fanfarras, dentre outros, que circulam pelas ruas do bairro, aproveita o resto do dia em festas privadas com shows, com a feijoada tradicional ou a de frutos do mar reinando absoluta no card\u00e1pio. T\u00e3o abrangente como o seu dom\u00ednio, a Festa de Iemanj\u00e1 \u00e9 um universo de experi\u00eancias e emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=aStCWKCjMsM&amp;t=3s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Document\u00e1rio Festa de Iemanj\u00e1 &#8211; Fab\u00edola Aquino<\/a><\/p>\n<p>Cores: prateado, azul-claro e transparente.<\/p>\n<p>Sauda\u00e7\u00e3o: Odoy\u00e1, na tradi\u00e7\u00e3o ketu, e Kiua Kayala mameto mazenza, na na\u00e7\u00e3o angola<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/8GRVNYDdOVY\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminhos do Mar &#8211; Gal Costa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/IalnmZis2lw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Yemanj\u00e1 Rainha do Mar &#8211; Maria Beth\u00e2nia<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/drGewMyo00A\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O mar serenou &#8211; Clara Nunes<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/MOjIlsuEzhg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dia 2 de fevereiro &#8211; Dorival Caymmi<\/a><\/p>\n","protected":false},"featured_media":909,"template":"","territorios":[98],"pilares":[66,60],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.5 - 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