{"id":606,"date":"2022-09-10T09:04:43","date_gmt":"2022-09-10T12:04:43","guid":{"rendered":"https:\/\/salvadordabahia.com\/capitalafro\/?post_type=experiencias&#038;p=606"},"modified":"2022-11-29T09:30:24","modified_gmt":"2022-11-29T12:30:24","slug":"salvador-capital-afro-no-centro-historico","status":"publish","type":"experiencias","link":"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/salvador-capital-afro-no-centro-historico\/","title":{"rendered":"Salvador Capital Afro no Centro Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Nove pontos do Centro Hist\u00f3rico preservam religiosidade, mem\u00f3ria e saber ancestral<\/h2>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Espa\u00e7os destacam heran\u00e7a e valores culturais afrocentrados<\/h3>\n<p>O colorido intenso das fachadas dos casar\u00f5es, a m\u00fasica de grupos de percussionistas ou capoeiristas que podem cruzar seu caminho a qualquer momento pelas ruas estreitas e largos e pra\u00e7as s\u00e3o impactos imediatos na chegada ao centro antigo da capital baiana entre o Pelourinho* e Santo Ant\u00f4nio Al\u00e9m do Carmo. No entanto, com um pouco mais de tempo, o interior de im\u00f3veis dos s\u00e9culos XVII e XVIII oferece a possibilidade de acesso aos redutos de referenciais culturais negros que atraem gente de toda parte do mundo.<\/p>\n<p>Reunimos aqui nove experi\u00eancias para voc\u00ea vivenciar o Centro Hist\u00f3rico de Salvador, em um roteiro perfeito para fazer andando. O Pelourinho, desde 1985, \u00e9 Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Humanidade pela Unesco. O Santo Ant\u00f4nio Al\u00e9m do Carmo refere-se \u00e0s portas da cidade do Salvador no in\u00edcio da sua forma\u00e7\u00e3o. Esses dois territ\u00f3rios t\u00eam se destacado como destino de quem procura bares, hot\u00e9is, pousadas e restaurantes que chamam a aten\u00e7\u00e3o pela criatividade no card\u00e1pio, na decora\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da vista encantadora para a Ba\u00eda de Todos-os-Santos.<\/p>\n<h3>Voc\u00ea precisa conhecer este lugar<\/h3>\n<p>Logo no Largo Cruzeiro de S\u00e3o Francisco, a primeira organiza\u00e7\u00e3o civil negra no Brasil, criada em 1832 por 19 negros, ainda est\u00e1 l\u00e1 reelaborando formas de combater problemas antigos como o racismo, a intoler\u00e2ncia religiosa e a desigualdade social. Compras de cartas de alforria, aux\u00edlio m\u00fatuo, amparo a doentes e fomento ao empreendedorismo eram atividades da <strong>Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD)<\/strong> em sua origem.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>\u201cRealizamos um trabalho com as ganhadeiras de hoje, que vivem do turismo no Pelourinho, para ouvir suas demandas e buscar solu\u00e7\u00f5es, levamos a nossa hist\u00f3ria para as escolas e promovemos encontros entre comunidades quilombolas e urbanas para troca de experi\u00eancias, al\u00e9m de abrigar estudantes universit\u00e1rios oriundos de outros locais em um im\u00f3vel da entidade\u201d<\/em>, contou a atual e primeira mulher a ocupar a presid\u00eancia da entidade, L\u00edgia Margarida de Jesus.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Nas paredes do im\u00f3vel, com m\u00f3veis em madeira escura, cartazes exaltam a trajet\u00f3ria de homens e mulheres que se dedicaram \u00e0 luta coletiva por direitos para a popula\u00e7\u00e3o negra. Ao chegar ao primeiro espa\u00e7o de visita\u00e7\u00e3o, o primeiro elemento que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 um cofre em madeira que s\u00f3 pode ser aberto pelo acionamento simult\u00e2neo de tr\u00eas chaves. Vindo do continente africano, n\u00e3o se sabe ao certo o pa\u00eds, o equipamento guardava o dinheiro utilizado para as a\u00e7\u00f5es dos pilares da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No mesmo andar, a reuni\u00e3o mensal da atual gest\u00e3o ainda \u00e9 realizada na mesma sala e nos mesmos m\u00f3veis em que se reuniam os fundadores da entidade. No sal\u00e3o nobre, utilizado para eventos solenes, est\u00e1 a bandeira da SPD e o altar que a imagem de Nossa Senhora Imaculada Amparo dos Desvalidos divide com a de outros santos cat\u00f3licos e de divindades das religi\u00f5es de matriz africana. O casar\u00e3o conta tamb\u00e9m com salas de leitura e espa\u00e7os para eventos diversos.<\/p>\n<p>No \u00faltimo andar, em uma esp\u00e9cie de s\u00f3t\u00e3o, est\u00e1 a mais recente \u00e1rea liberada ao p\u00fablico. Aos mais sens\u00edveis, o clima j\u00e1 come\u00e7a a mudar na subida de acesso ao local. Pequenos c\u00f4modos sem janelas \u2013 para aumentar a prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a \u2013, com cobertura em telha e com esteiras no ch\u00e3o, foram a resid\u00eancia de diversas fam\u00edlias que precisavam de abrigo por qualquer necessidade. As alcovas receberam os nomes Tereza de Benguela, Dandara dos Palmares e da princesa africana Aqualtune. Se a visita for em uma segunda-feira, como mais uma atividade mantida desde a sua funda\u00e7\u00e3o, na entrada da entidade serve-se gratuitamente mingau ou sopa.<\/p>\n<h3>Cosm\u00e9ticos e saber ancestral<\/h3>\n<p>Outra iniciativa com a mesma premissa de cuidado e fomento da popula\u00e7\u00e3o negra est\u00e1 bem perto da sede da SPD, na Rua Jo\u00e3o de Deus, n\u00ba 8, a <strong>Botica Rhol<\/strong>. Apenas com o nome da rua, o visitante consegue chegar, por conta do cheiro oriundo do casar\u00e3o com a fachada verde. A botica nasceu em 2014, a partir da Rede de Hortos de Plantas Medicinais e Lit\u00fargicas, que tem a proposta de comercializar cosm\u00e9ticos que utilizam como mat\u00e9ria-prima plantas medicinais e arom\u00e1ticas cultivadas em terreiros de candombl\u00e9, gerando renda para as comunidades.<\/p>\n<p>S\u00e3o cremes, xampus, g\u00e9is, sabonetes, xaropes e pomadas feitos de forma artesanal. Em dia de sorte, o visitante pode ser recebido pela idealizadora do projeto, a bi\u00f3loga e doutora em Desenvolvimento do Meio Ambiente Sueli Concei\u00e7\u00e3o, que promove oficinas de autocuidado com o uso das plantas e cursos sobre o poder das ervas.<\/p>\n<h3>Gastronomia afrocentrada<\/h3>\n<p>Andando mais um pouco em dire\u00e7\u00e3o ao Largo do Pelourinho funciona o melhor buffet de comida t\u00edpica da capital baiana: 40 pratos e 10 sobremesas. O restaurante Escola Senac est\u00e1 instalado em um casar\u00e3o colonial que tamb\u00e9m abriga o <strong>Museu da Gastronomia Baiana<\/strong> \u2013 com elementos formadores da culin\u00e1ria regional \u2013, o restaurante-museu-escola e o bar-museu \u201cBahia Bar\u201d, com pratos e bebidas de todo o territ\u00f3rio. Sem contar uma loja com livros sobre gastronomia brasileira, al\u00e9m da programa\u00e7\u00e3o de cursos, que ensinam, por exemplo, a preparar acaraj\u00e9 e abar\u00e1.<\/p>\n<p>Se a prefer\u00eancia for pela busca de pratos com crit\u00e9rios como habilidade com os temperos, aliada ao conhecimento sobre as prefer\u00eancias dos orix\u00e1s e respeito \u00e0 religiosidade, os caminhos levam ao Santo Ant\u00f4nio Al\u00e9m do Carmo. \u00c9 l\u00e1 que agora funciona o <strong>restaurante Zanzibar<\/strong> \u2013 reduto da comida africana e suas releituras \u2013, sob o comando da chef Ana C\u00e9lia.<\/p>\n<p>Fundado h\u00e1 45 anos, o restaurante j\u00e1 teve sede nos bairros do Garcia e Federa\u00e7\u00e3o. Ao entrar na cozinha do casar\u00e3o, localizado ao lado da Igreja do Boqueir\u00e3o, no processo de cria\u00e7\u00e3o dos pratos, Ana volta ao per\u00edodo de aprendizado, ainda adolescente, com a tia Gertrudes \u2013 que trabalhava no antigo Hotel da Bahia e a colocava na cozinha desde os 13 anos de idade para ajudar a criar os irm\u00e3os \u2013, e oferece alimento para o corpo e para a alma.<\/p>\n<h3>Pontes com o continente africano<\/h3>\n<p>Falando de locais que refor\u00e7am nossa rela\u00e7\u00e3o com o continente africano, na capital baiana temos tr\u00eas: Casa de Angola, Casa da Nig\u00e9ria e Casa do Benin. Apesar de n\u00e3o estar inserida no trecho Pelourinho-Santo Ant\u00f4nio Al\u00e9m do Carmo, a <strong>Casa de Angola<\/strong> n\u00e3o poderia ser a \u00fanica representa\u00e7\u00e3o de pa\u00edses africanos fora da nossa lista. A inaugura\u00e7\u00e3o ocorreu em 5 de novembro de 1999, em um antigo Solar do Gravat\u00e1, im\u00f3vel do s\u00e9culo XVIII e tombado pelo Iphan em 1974.<\/p>\n<p>O objetivo foi consolidar os la\u00e7os culturais entre os pa\u00edses e permitir aos soteropolitanos o conhecimento sobre a cultura e os costumes angolanos. Os cerca de 500 visitantes mensais encontram na entrada o busto de Ant\u00f3nio Agostinho Neto Kilamba (primeiro presidente de Angola e secret\u00e1rio-geral do Movimento Popular de Liberta\u00e7\u00e3o do pa\u00eds) e a escultura em madeira do Pensador Angolano (de origem tchokwe, \u00e9 um s\u00edmbolo da cultura nacional) entre a bandeira do pa\u00eds e a do Brasil.<\/p>\n<p>O museu \u00e9 formado por pe\u00e7as que representam o poder pol\u00edtico, a religiosidade, os ritos de inicia\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de utens\u00edlios dom\u00e9sticos, artesanato e obras de arte. Na biblioteca, aberta para consulta, s\u00e3o 20 mil t\u00edtulos, entre livros, revistas, teses e disserta\u00e7\u00f5es de temas relacionados ao acervo de peri\u00f3dicos, revistas, documentos e fotografias.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>\u201cA experi\u00eancia que tenho \u00e9 que, quanto mais as pessoas descobrem a contribui\u00e7\u00e3o do continente africano para o mundo e nossas liga\u00e7\u00f5es, o orgulho e o interesse por elementos por essa conex\u00e3o aumentam\u201d<\/em>, conta o diretor da Casa de Angola Bahia, Benjamim Sabby.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Separadas apenas pela ladeira do Largo do Pelourinho est\u00e3o as casas da Nig\u00e9ria e a do Benin. Mais nova das tr\u00eas, a <strong>Casa da Nig\u00e9ria<\/strong>* foi inaugurada em 2008, na rua Alfredo de Brito. O local abriga esculturas, tecidos e quadros de artistas nigerianos. Al\u00e9m de atrair turistas, o local \u00e9 ponto de encontro para nigerianos que residem na capital baiana.<\/p>\n<p>A <strong>Casa do Benin<\/strong> \u00e9 a \u00fanica que n\u00e3o \u00e9 mantida pelo governo do pa\u00eds africano. Com projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, a abertura foi em 1988. S\u00e3o tr\u00eas pavimentos que abrigam: espa\u00e7o da exposi\u00e7\u00e3o permanente, cozinha e \u00e1rea para eventos, com sala para mostras tempor\u00e1rias e um terra\u00e7o \u2013 local mais procurado por estudiosos de arquitetura \u2013 com vista para a subida do Largo do Pelourinho e a regi\u00e3o do Carmo. Outro destaque da estrutura \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da r\u00e9plica de uma Tatassomba (edifica\u00e7\u00e3o t\u00edpica do Benin) desenvolvida pela arquiteta Lina Bo Bardi, feita de barro e com teto de palha, no t\u00e9rreo.<\/p>\n<p>O acervo permanente tem mais de 200 pe\u00e7as do Golfo do Benin, trazidas pelo fot\u00f3grafo franc\u00eas Pierre Verger, al\u00e9m de doa\u00e7\u00f5es do pa\u00eds de origem, como mealheiros, caba\u00e7as, brinquedos, jogos de tabuleiro, representa\u00e7\u00f5es de voduns (nome das divindades no candombl\u00e9 de na\u00e7\u00e3o jeje), tronos, m\u00e1scaras, colares, armas, contas, a maquete do cortejo real do Benin (pe\u00e7a que mais faz sucesso entre os visitantes). O conjunto tamb\u00e9m conta com quatro obras confeccionadas por artistas afro-brasileiros: dois orix\u00e1s (Oxal\u00e1 e Iemanj\u00e1), feitos pelo artista pl\u00e1stico Tati Moreno; o cetro de lan\u00e7a Op\u00f4 Baba N\u2019lawa, de Mestre Didi; e um Exu na entrada do im\u00f3vel, feita em ferro por Agnaldo Silva da Costa. Sem contar os tecidos coloridos que decoram o local. Os da lateral da sala de exposi\u00e7\u00e3o s\u00e3o trazidos do Benin, e as pe\u00e7as no teto s\u00e3o da artista pl\u00e1stica e designer Goya Lopes.<\/p>\n<h3>Festa de Santa B\u00e1rbara<\/h3>\n<p>Saindo da Casa do Benin, no final da rua \u00e0 esquerda est\u00e1 instalado o antigo Mercado da Rua da Vala, inaugurado em 1874, e na Baixa dos Sapateiros encontra-se o atual <strong>Mercado de Santa B\u00e1rbara<\/strong>, que fica em festa no dia 4 de dezembro. Trata-se de um dia de celebra\u00e7\u00e3o no Centro da Cidade do Salvador desde 1641, quando foi institu\u00eddo o Morgado de Santa B\u00e1rbara.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80 do s\u00e9culo XX, as celebra\u00e7\u00f5es e a pr\u00f3pria imagem de Santa B\u00e1rbara passaram a sediar-se na Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio dos Pretos, no Pelourinho. Seus comerciantes oferecem no dia da festa um caruru para quem visitar o espa\u00e7o, que conta com uma capela em homenagem \u00e0 divindade. O im\u00f3vel abriga bares, restaurantes e um estabelecimento de servi\u00e7os de viagem.<\/p>\n<h3>Religiosidade<\/h3>\n<p>Importante nos <strong>Festejos de Santa B\u00e1rbara<\/strong> e de onde parte a prociss\u00e3o, a <strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio dos Pretos<\/strong> \u00e9 datada do s\u00e9culo XVIII e \u00e9 sede da primeira irmandade para negros de Salvador, a Irmandade de N.Sra. do Ros\u00e1rio dos Homens Pretos do Pelourinho ou de N.Sra. do Ros\u00e1rio das Portas do Carmo.<\/p>\n<p>A igreja foi constru\u00edda pelos irm\u00e3os, ao longo de quase um s\u00e9culo. Nossa Senhora do Ros\u00e1rio \u00e9 a padroeira, mas s\u00e3o cultuados santos negros, como S\u00e3o Benedito e Santo Ant\u00f4nio da Categer\u00f3. H\u00e1 tamb\u00e9m um assentamento dedicado aos ancestrais que \u00e9 protegido pela mem\u00f3ria da Escrava Anast\u00e1cia. As missas t\u00eam elementos afro-brasileiros, como o uso de atabaques. A mais frequentada acontece \u00e0s ter\u00e7as-feiras, \u00e0s 18h. O templo \u00e9 o preferido por terreiros de candombl\u00e9 que ainda mant\u00eam proximidade com ritos cat\u00f3licos em datas importantes.<\/p>\n<p>Em seu in\u00edcio, a mesa diretora s\u00f3 aceitava pessoas que tivessem nascido em Angola. Aproximando ainda mais a rela\u00e7\u00e3o, em 2018, o Brasil torna-se o terceiro pa\u00eds, depois de Argentina e Estados Unidos, a receber a imagem de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Muxima (Mama Muxima), padroeira de Angola. A santa foi trazida por uma delega\u00e7\u00e3o do pa\u00eds de origem e recebida com festa na capital baiana, que celebra o dia da santa em setembro com missa e prociss\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 a festa da padroeira da irmandade, Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, acontece em outubro, dia 7, e, ap\u00f3s o t\u00e9rmino dos ritos, os irm\u00e3os oferecem aos convidados um bacalhau preparado com toucinho.<\/p>\n<p>V\u00eddeo:<br \/>\nIrmandade do Ros\u00e1rio dos Homens Pretos \u2013 <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wdwhG5bzpBI\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Doc neste link<\/a>.<\/p>\n<p>Nota: o Pelourinho* teve a origem do nome no equipamento utilizado para torturar negros escravizados.<br \/>\nNota: a Casa da Nig\u00e9ria* permanece fechada depois da pandemia da Covid-19. Entre em contato antes de organizar sua visita. Telefone: (71) 3103-3103.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":565,"template":"","territorios":[96],"pilares":[66,61,60],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Salvador Capital Afro no Centro Hist\u00f3rico - Salvador Capital Afro<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/salvador-capital-afro-no-centro-historico\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Salvador Capital Afro no Centro Hist\u00f3rico - Salvador Capital Afro\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Nove pontos do Centro Hist\u00f3rico preservam religiosidade, mem\u00f3ria e saber ancestral Espa\u00e7os destacam heran\u00e7a e valores culturais afrocentrados O colorido intenso das fachadas dos casar\u00f5es, a m\u00fasica de grupos de percussionistas ou capoeiristas que podem cruzar seu caminho a qualquer momento pelas ruas estreitas e largos e pra\u00e7as s\u00e3o impactos imediatos na chegada ao centro [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/salvador-capital-afro-no-centro-historico\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Salvador Capital Afro\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-11-29T12:30:24+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Salvador-Capital-Afro.-Centro-Historico.-Foto-Jefferson-Dias-scaled.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"2560\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1707\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/salvador-capital-afro-no-centro-historico\/\",\"url\":\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/salvador-capital-afro-no-centro-historico\/\",\"name\":\"Salvador Capital Afro no Centro Hist\u00f3rico - 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