{"id":1928,"date":"2023-10-17T15:24:58","date_gmt":"2023-10-17T18:24:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/?post_type=destaques&#038;p=1928"},"modified":"2023-10-17T16:04:05","modified_gmt":"2023-10-17T19:04:05","slug":"entrevista-pra-preto-ler","status":"publish","type":"experiencias","link":"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/entrevista-pra-preto-ler\/","title":{"rendered":"Entrevista: Pra preto ler"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Pra Preto Ler<\/h2>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">B\u00e1rbara Borges e Francinai Gomes falam sobre \u201cSaber de Mim: autoconhecimento em escreviv\u00eancias negras\u201d, seu primeiro livro, e sobre a import\u00e2ncia de Salvador na constru\u00e7\u00e3o da obra.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Psic\u00f3logas negras, fundadoras do perfil <a href=\"https:\/\/instagram.com\/prapretoler?igshid=MzRlODBiNWFlZA==\">@prapretoler<\/a> e <a href=\"https:\/\/instagram.com\/prapretopsi?igshid=MzRlODBiNWFlZA==\">@prapretopsi<\/a>, escritoras potentes e transformadoras sociais. Essas s\u00e3o algumas das v\u00e1rias qualidades de B\u00e1rbara Borges e Francinai Gomes, que lan\u00e7aram o livro \u201cSaber de Mim: autoconhecimento em escreviv\u00eancias negras\u201d e escolheram a cidade hist\u00f3rica que \u00e9 Salvador, para produzir, escrever e lan\u00e7ar esse projeto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nascidas e crescidas no interior da Bahia, B\u00e1rbara e Francinai, vieram para Salvador com grandes expectativas. Elas se conheceram na Universidade Federal da Bahia, onde se graduaram em Psicologia e se especializaram na \u00e1rea. B\u00e1rbara se tornou pesquisadora de efeitos psicossociais do racismo e sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o negra, e Francinai, na \u00e1rea de adoecimento mental da popula\u00e7\u00e3o negra e carcer\u00e1ria. As duas se uniram e se inspiraram nas viv\u00eancias da popula\u00e7\u00e3o negra de Salvador para fundar o <a href=\"https:\/\/instagram.com\/prapretopsi?igshid=MzRlODBiNWFlZA==\">Pra Preto Psi<\/a>, um projeto para pessoas negras em busca de psicoterapia e profissionais que exercem cl\u00ednica racializada, e o <a href=\"https:\/\/instagram.com\/prapretoler?igshid=MzRlODBiNWFlZA==\">Pra Preto Ler<\/a>, um perfil no Instagram onde unem o conhecimento cientifico \u00e0s experi\u00eancias cotidianas em prol da sa\u00fade mental, para estimular o autoconhecimento.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1929\" style=\"width: 377px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1929\" class=\"wp-image-1929 \" src=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/FRAN-E-BARBARA-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"367\" height=\"551\" srcset=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/FRAN-E-BARBARA-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/FRAN-E-BARBARA-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/FRAN-E-BARBARA-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/FRAN-E-BARBARA-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 367px) 100vw, 367px\" \/><p id=\"caption-attachment-1929\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Lu Helena<\/p><\/div>\n<p>O livro \u201cSaber de mim: autoconhecimento em escreviv\u00eancias negras\u201d, \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o desses projetos, sendo uma colet\u00e2nea de textos que trazem reflex\u00f5es profundas sobre as quest\u00f5es psicoemocionais da popula\u00e7\u00e3o negra, onde o racismo tem rela\u00e7\u00e3o direta na constru\u00e7\u00e3o da subjetividade de cada indiv\u00edduo. Assim, elas trazem o autoconhecimento como a principal ferramenta para enfrentar os automatismos de \u00f3dio consequentes desse sistema. A obra traz a import\u00e2ncia de combater a aliena\u00e7\u00e3o racial para sermos protagonistas das nossas hist\u00f3rias e olhar com refer\u00eancia e valoriza\u00e7\u00e3o para nossa comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1934\" style=\"width: 369px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1934\" class=\"wp-image-1934 \" src=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/LIVRO-3-1-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"539\" srcset=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/LIVRO-3-1-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/LIVRO-3-1-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/LIVRO-3-1-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/LIVRO-3-1-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 359px) 100vw, 359px\" \/><p id=\"caption-attachment-1934\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Lu Helena<\/p><\/div>\n<h4><\/h4>\n<p>Fizemos uma entrevista com a Barbara Borges e Francinai Gomes para entender o processo de produ\u00e7\u00e3o e a import\u00e2ncia da cidade de Salvador na constru\u00e7\u00e3o da primeira obra da \u201cPra Preto Ler\u201d<\/p>\n<h3>Confira abaixo:<\/h3>\n<p><b>Salvador Capital Afro: De que forma Salvador uniu voc\u00eas?<\/b><\/p>\n<p><b>Pra Preto Ler: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00f3s sempre estivemos conectadas ao territ\u00f3rio de v\u00e1rias formas. A experi\u00eancia de ter nascido e vivido no interior da Bahia boa parte da vida, com certeza, moldou e molda cotidianamente a forma como vemos o mundo e a n\u00f3s mesmas. Quando viemos morar em Salvador, as expectativas eram muitas em torno do que poder\u00edamos viver no territ\u00f3rio. Tanto no campo do trabalho, quanto e principalmente na dimens\u00e3o pessoal, acredit\u00e1vamos que este era o lugar que movimentaria nossas vidas, e de fato aconteceu.<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0Como surgiu a ideia de escrever esse livro e qual a maior inspira\u00e7\u00e3o?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Pensamos que a principal inspira\u00e7\u00e3o foi mesmo a nossa comunidade. Estar na cidade, ver a movimenta\u00e7\u00e3o das pessoas, as escolhas cotidianas, os lugares de poder, a complexidade dos afetos, tudo isso sempre nos causou uma enxurrada de reflex\u00f5es, muitas ainda sem respostas, mas com um grande potencial transformador. Sempre sonhamos, at\u00e9 antes de nos conhecermos, em parir nossas ideias pro mundo, e esse foi um dos caminhos que encontramos de nos aproximar da nossa comunidade e olh\u00e1-la, assim como ela nos olha cotidianamente, como uma esp\u00e9cie de prop\u00f3sito mesmo. Como diz nossa grande inspira\u00e7\u00e3o, Neusa Santos \u201cuma das formas de exercer autonomia \u00e9 possuir um discurso sobre si\u201d, e foi nisso que pens\u00e1vamos enquanto o livro estava sendo escrito, na import\u00e2ncia desse despertar de si mesmo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0Como voc\u00eas enxergam a quest\u00e3o da sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o negra na cidade de Salvador, visto que \u00e9 a cidade mais negra fora de \u00c1frica?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Salvador \u00e9 um territ\u00f3rio marcado por contradi\u00e7\u00f5es, t\u00edpicas das disputas de poder no espa\u00e7o desde a sua funda\u00e7\u00e3o. E talvez esta seja a maior delas, porque embora seja uma cidade de maioria negra, historicamente isso n\u00e3o se converteu em poder econ\u00f4mico, pol\u00edtico, est\u00e9tico e muito menos cultural. A cidade, dominada pelo poder olig\u00e1rquico e colonial da branquitude, produz cotidianamente as condi\u00e7\u00f5es de negar a ra\u00e7a para afirmar o mito da democracia racial, sendo a miscigena\u00e7\u00e3o o grande pilar. Enquanto isso, a maioria negra segue sendo esmagada por pol\u00edticas p\u00fablicas desastrosas junto \u00e0 precariedade dos servi\u00e7os de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a. A nega\u00e7\u00e3o das necessidades de pessoas negras \u00e9 marcante e reconhecemos que isto gera sofrimento, afetando a sa\u00fade mental.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>O livro \u201cSaber de mim: autoconhecimento em escreviv\u00eancias negras\u201d tem como um dos pontos de partida a discuss\u00e3o sobre os preju\u00edzos causados pela aliena\u00e7\u00e3o racial. Voc\u00eas acham que a popula\u00e7\u00e3o negra de Salvador tem avan\u00e7ado nesse sentido?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0As consequ\u00eancias do processo de aliena\u00e7\u00e3o racial no Brasil constroem um sistema de terror, principalmente simb\u00f3lico, que se aprimora cotidianamente. N\u00e3o d\u00e1 pra falar em autoconhecimento sem pensar nas condi\u00e7\u00f5es que d\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o a esse processo, ent\u00e3o falamos em acesso \u00e0 vida, a possibilidade de ter um emprego, uma casa, alimenta\u00e7\u00e3o, lazer, tudo isso oferece sustenta\u00e7\u00e3o a um processo de autoconhecimento verdadeiro e saud\u00e1vel.\u00a0 <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos \u00faltimos anos a pandemia existiu como um catalisador da pobreza, em Salvador todos comentam sobre como a fome e os dados mostram como a viol\u00eancia cresceu exponencialmente. Neste caso, lembro de quando Concei\u00e7\u00e3o Evaristo diz que \u201cn\u00e3o morrer, nem sempre \u00e9 viver\u201d, e ser atravessado por esse territ\u00f3rio adoecido com certeza provoca um sofrimento compartilhado. Ademais, tamb\u00e9m vemos a popula\u00e7\u00e3o de Salvador se curando, quem pode, tem se aproximado das artes como uma ferramenta de cura.<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0Voc\u00eas d\u00e3o uma continuidade brilhante ao trabalho de Neusa Santos, Frantz Fanon, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo e outros grandes nomes que debatem a quest\u00e3o da sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o negra. Pensando nisso, para voc\u00eas, qual a import\u00e2ncia da popula\u00e7\u00e3o negra cuidar da sa\u00fade mental para modificar a sua realidade e da sua comunidade?<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Digamos que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel causar mudan\u00e7as estruturais na realidade da comunidade negra e do Brasil sem o autoconhecimento como ferramenta. Quando Fanon nos diz que <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">os oprimidos sempre acreditar\u00e3o no pior sobre si mesmos, ele nos convoca para pensar n\u00e3o apenas o autoconhecimento, como tamb\u00e9m a constru\u00e7\u00e3o das opress\u00f5es como um sistema que embarga a possibilidade de saber de si.\u00a0 \u00c9 muito importante compreender que o sofrimento ps\u00edquico n\u00e3o est\u00e1 apenas relacionado a este adoecimento que nos acomete psiquicamente, o ser biopsicossocial \u00e9 atravessado por diversas inst\u00e2ncias que trabalham juntas para fortalecer o isolamento e a desesperan\u00e7a, elementos centrais no genoc\u00eddio da popula\u00e7\u00e3o negra. \u00c9 urgente que estejamos atentos a todas essas nuances, enquanto ser individual, mas principalmente enquanto comunidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Servi\u00e7os:\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>Pra Preto Ler e Pra Preto Psi:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/linktr.ee\/Prapretoler\">https:\/\/linktr.ee\/Prapretoler<\/a><\/p>\n<h3><\/h3>\n","protected":false},"featured_media":1935,"template":"","territorios":[],"pilares":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Entrevista: Pra preto ler - Salvador Capital Afro<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.salvadordabahia.com\/capitalafro\/experiencias\/entrevista-pra-preto-ler\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Entrevista: Pra preto ler - Salvador Capital Afro\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Pra Preto Ler B\u00e1rbara Borges e Francinai Gomes falam sobre \u201cSaber de Mim: autoconhecimento em escreviv\u00eancias negras\u201d, seu primeiro livro, e sobre a import\u00e2ncia de Salvador na constru\u00e7\u00e3o da obra. 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